BUSCAR
Twitter
Twitter
Instagram
Facebook

Agenda

Sarau

SARAU SEM FRONTEIRAS #2

07/11 das 19h às 21h | atividade realizada online

Curadoria: Paulo Ferraz

Com Azahara Palomeque (Espanha/EUA), Carolina Zamudio (Argentina/Uruguai), Chantal Castelli, Fabio Aristimunho Vargas, Helena Zelic, Jorge Fernandes Granados (México), Juan Manuel Roca (Colômbia), Luis Armenta Malpica (México), Maria Borio (Itália), Melcion Mateu (Espanha), Mónica Carrillo (Peru/EUA), Ruy Proença, Saul Gómez Mantilla (Colômbia) e Yolanda Castaño (Espanha)

Sábado, 7 de novembro de 2020, das 19h às 21h (Brasil)

 

 

Em sua segunda edição, o sarau promoverá um espaço de encontro entre escritores de diversos lugares do mundo, aproveitando o formato online para transpor fronteiras e criar um espaço de livre compartilhamento poético.

 

 

O sarau será realizado em videoconferência, no seguinte link: meet.google.com/fzv-goek-cgu  O acesso está sujeito à capacidade de conexão. 

 

Azahara Palomeque (Espanha/EUA) é poeta, escritora e jornalista. É autora dos livros de poemas RIP (Rest in Plastic) (RiL Editores, 2019), En la ceniza blanca de las encías (Isla de Siltolá, 2017) e American Poems (Isla de Siltolá, 2015). Recentemente publicou o ensaio Año 9. Crónicas catastróficas en la era Trump (RiL Editores, 2020).  É doutora em estudos culturais pela Universidade de Princeton e escreve para diversos veículos espanhóis, como CTXT e La Marea. Atualmente, mora na Filadélfia (EUA).

 

Carolina Zamudio (Argentina, 1973) é poeta e ensaísta. Mestre em Comunicação Institucional e Assuntos Públicos (UADE). Jornalista (UCA). Ganhou na Argentina os prêmios Universitarios Siglo XXI, do jornal La Nación, Corona del Poeta e Senado de la Nación. Criou e dirige a fundação Esteros, e a revista de mesmo nome. Viveu nos Emirados Árabes Unidos, Suíça e Colômbia. Reside agora no Uruguai. Publicou Seguir al viento (Argentina), La oscuridad de lo que brilla (Estados Unidos, bilingüe inglés); Antología Doble fondo XII (Colômbia); Rituales del azar (França, bilíngue francês); as plaquetes Teoría sobre la beleza y Las certezas son del sol (Argentina); La timidez de los árboles (Colômbia), El propio río (Peru) e Vértice (Itália, bilíngue italiano).

 

Chantal Castelli nasceu em São Paulo, em 1975. Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, é poeta, escritora, tradutora e professora. Tem poemas publicados em diversas revistas, sites e antologias. É autora de Memória Prévia (São Paulo: Com-Arte, 2000) e Os cães de que desistimos (São Paulo: Hedra, 2016) – este último recebeu o patrocínio do programa Petrobrás Cultural. Em 2019, publicou a plaquete Outra língua entre os dentes (Londrina, Galileu Edições).

 

Fábio Aristimunho Vargas é escritor e tradutor, professor e advogado. Doutor e mestre pela USP. Autor dos livros de poesia Medianeira (2005), Pré-datados (2010) e O show dos bichos (2013), assim como das obras Formação das fronteiras latino-americanas (2017), Fronteiras literárias ibero-americanas (2017) e Arara rara – antologia de palíndromos / ensaio sobre a palindromia (2020), entre outras nas áreas de Direito Internacional, literatura e tradução.

 

Francesca Cricelli é poeta, pesquisadora e tradutora literária. Doutora em Letras Estrangeiras e Tradução pela Universidade de São Paulo, publicou os livros Repátria (Demônio Negro, 2015 & Carta Canta, 2017), 16 poemas + 1 ( Sagaraha Forlag, 2017, Misheng Museum, 2018), As curvas negras da terra (Nosotros Editorial, 2019) e Errância (Macondo, 2019). Traduziu, entre outros, Igiaba Scego e Elena Ferrante. Atualmente mora em Reykjavík onde estuda língua e literatura islandesa.

 

Helena Zelic tem 24 anos, é poeta e comunicadora, formada em Letras (Português-Espanhol) pela USP e militante feminista da Marcha Mundial das Mulheres. É autora do livro Durante um terremoto, escrito entre Brasil e Chile, e das plaquetes Caixa preta e 3.255km (em coautoria com Mariana Lazzari). Na Casa das Rosas, foi aluna do Curso Livre de Preparação do Escritor (CLIPE) e do curso Poesia Expandida; na Casa Guilherme de Almeida, é aluna do Programa de Formação em Tradução Literária, focando os esforços na tradução da língua espanhola.

 

Jorge Fernández Granados (México) é poeta, narrador, ensaísta e tradutor. Publicou, entre outros, os livros de poesia Resurrección (1995, Premio Internacional de Poesía Jaime Sabines), Los hábitos de la ceniza (2000, Premio Nacional de Poesía Aguascalientes); Principio de incertidumbre (2007, Premio Iberoamericano de Poesía Carlos Pellicer para Obra Publicada) e Lo innumerable (2018, XXXV Premio Nacional de Literatura José Fuentes Mares); de ensaio, publicou El fuego que camina (2014) e, em colaboração com o autor, a antologia da obra poética de José Emilio Pacheco, Los días que no se nombran (Era / El Colegio Nacional / UNAM, 2014). Publicou, além disso, o livro-CD F(l)echas en la noche y otros poemas (UNAM, Voz Viva, 2015), o livro de aforismos  aforismos Vertebral (Almadía, 2017) e o volume de contos El cartógrafo (CONACULTA, 1996).

 

Juan Manuel Roca (Colômbia, 1946) é poeta, narrador, ensaísta, crítico de arte e jornalista. Por 10 anos foi, primeiro coordenador e logo diretor no Magazin Dominical de El Espectador. Em 1997, recebeu o doutorado Honoris Causa em Literatura pela Universidad del Valle.  Recebeu reconhecimentos como o do II Prêmio Nacional de Poesia Eduardo Cote Lamus, o Prêmio Nacional de Poesia de Univesidad de Antioquia, o Prêmio de Jornalismo Simón Bolivar, o Prêmio José Lezama Lima, concedido pela Casa de las Américas, entre outros. Publicou os livros de poesia Memoria del agua (1973), Luna de clegos (1975), Los ladrones nocturnos (1977), Señal de cuervos (1979), Fabulario real (1980), Ciudadano de la noche (primeira edição, 1989, segunda, 2001, e terceira, 2003), Pavana con el Diablo (1990), Prosa Reunida (1993), La farmacia del ángel (1995), Tertulia de ausentes (1998),  (2002), Un violín para Chagall (duas edições, em 2003 e 2004), Las hipotesis de nadie, (duas edições, 2005 e 2006), El Ángel sitiado y otros poemas (2006) e Testamentos (2008).

 

Luis Armenta Malpica  (México) é poeta, ensaísta, presidente da Casa Cultural de las Américas (sede em Houston) e diretor da Mantis Editores. Entre outros reconhecimentos, ganhou o prêmio Jalisco en Letras, prêmio nacional de poesia José Emilio Pacheco, prêmio de poesia Sor Juana Inés de la Cruz, Diplôme d’Excellence Librex em Iași (Romênia) e o prêmio Jaime Sabines-Gatien Lapointe (Canadá-México), Cavaler al Poeziei Capitalei Marii Uniri Iași (Romênia) e foi finalista do prêmio literário internacional de Camaiore (Italia). Autor de vinte cinco livros de poesia, sendo os mais recentes Götterdämmerung (Quebec, 2015), Greetings to the Family (Espanha, 2016), Voința luminii (Romênia, 2017), Chiamatemi Ismaele (Italia, 2019) e Enola Gay (Espanha, 2019). Livros e poemas de sua autoria foram traduzidos para o alemão, árabe, catalão, galego, inglês, italiano, maia, holandês, português, romeno e russo.

 

Maria Borio (Itália) é poeta e editora. Publicou os livros de poesia Transparenza (“Lyra giovani”, Interlinea, 2019), L’altro limite (pordenonelegge-lietocolle 2017) e a reunião Vite unite no XII Quaderno di poesia italiana contemporanea (Marcos y Marcos 2015). Participou de diversos festivais internacionais, incluindo FILL London, o Festival de Poesia e Escrita de Madri e o Festival Internacional de Rosario. Sua poesia foi traduzida para o inglês, francês, espanhol, português, romeno, grego e chinês. Seus livros possuem traduções para o espanhol e para o português em andamento e está trabalhando em um projeto bilíngue ítalo-alemão. Ganhou o prêmio Maconi, o prêmio Fiumicino Opera Prima, o prêmio Jacopone da Todi, e foi finalista, entre outros, do prêmio Cetonaverde, do prêmio Fogazzaro. Escreveu sobre Vittorio Sereni, Eugenio Montale e sobre vários poetas contemporâneos, publicou os ensaios Satura. De Montale à ópera contemporânea (Serra 2013) e Poetiche e individui (Marsilio 2018). Estudou letras modernas e é doutora em literatura italiana contemporânea.

 

Melcion Mateu (Barcelona, 1971) é autor de Vida evident (Prémio Octavio Paz 1998) e Illes lligades (Prémio Jocs Florals de Barcelona 2014), entre outros. Tradutor e professor, é doutor em Espanhol e Português pela NYU (EUA). Mora em Florianópolis desde 2014.

 

Mónica Carrillo Zegarra (Lima, 1984) é jornalista, poeta, cantora e ativista. Especialista em Direitos Humanos de Populações Afrodescendentes, destaca-se pela sua luta a favor dos direitos humanos da comunidade afrodescentente no Peru. Publicou o livro de poemas "Unicroma" (2007) e um disco de mesmo nome, onde apresenta sua poesia. Sua obra artística e a trajetória dentro dos direitos humanos já foi apresentada em diversos lugares, incluindo a MTV Europa, BBC, CNN, entre outros.

 

Paulo Ferraz é poeta, graduado em Direito e História e mestre em Teoria Literária pela USP. É autor dos livros Vícios de imanência, Constatação do óbvio, Evidências pedestres e De novo nada e organizador da antologia Roteiro da poesia brasileira – anos 90.

 

Ruy Proença (São Paulo, 1957) é poeta, engenheiro de minas e tradutor. Autor de vários livros de poemas, entre os quais: A lua investirá com seus chifres (Giordano, 1996), Visão do térreo (Editora 34, 2007), Caçambas (Editora 34, 2015) e Monstruário de fomes (Patuá, 2019). Publicou também os infantojuvenis Coisas daqui (Edições SM, 2007) e Tubarão vegano e outros elementos (Espectro Editorial, 2018). Traduziu os poetas franceses Boris Vian e Paol Keineg.

 

Saul Gómez Mantilla (Colômbia, 1978) é docente, editor e promotor de leitura e escrita criativa, com especialidade em Estudos Literários. Publicou os livros de poesia Ideas de Viaje (2003); Lección de Olvido (2007); Rostro que no se Encuentra (2009), El amor y la palavra (2012);  Áridos paisajes de la memoria (2017); Otro intento de vacío (2019). Recebeu os reconhecimentos, entre outros, do II Concurso Nacional de Poesía Joven, do XI Festival Internacional de Poesía de Medellín, do Premio Estimulo a la Joven Poesía Colombiana, do XVI Festival Internacional de Poesía de Medellín e representou a Colômbia no prêmio mundial de poesia Puentes de Struga, em 2010.

 

Yolanda Castaño (Santiago de Compostela, 1977) é poeta, editora e gestora cultural com mais de 25 anos de experiência. Fundadora de sua própria Residência para Escritores/as, dirige festivais, ciclos de leituras e oficinas de tradução poética, sempre com poetas galegos e internacionais. Seus 6 livros de poemas – alguns com edições bilíngues – ganharam prêmios como o da Crítica Española, o das livraria de Galícia como “Autora do ano”, o Ojo Crítico e foi finalista do prêmio Nacional de Poesia. Completam sua bibliografia várias antologias pessoasi (em galego–castelhano, com música, em formato de “história em quadrinhos poética” etc), plaquetes em 6 idiomas, títulos em italiano, francês, inglês, sérvio, macedônio e armênio, obra como editora ou tradutora e 6 livros de poemas infantis.

CASA DAS ROSAS
ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA
+55 (11) 3285.6986 | 3288.9447 contato@casadasrosas.org.br
Av. Paulista, 37 Bela Vista CEP 01311-902 São Paulo Brasil
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO MUSEU
Quarta a sábado, das 12h às 16h
(Passível de alteração, de acordo com a programação).
Governo do Estado de São Paulo